“Quem me dera ao menos uma vez” ver na comunicação pública uma homenagem tão bonita ao “futuro da nação” “que acabou indo embora, cedo demais”. No dia 11 de outubro de 2021 completaram-se 25 anos que Renato Russo, o líder da Legião Urbana, foi “com os anjos”, aos 36 anos de idade. E a Agência Brasil publicou um belo texto com lembranças de familiares e amigos do Manfredini Junior (https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-10/25-anos-sem-renato-russo-o-poeta-do-rock-brasileiro).

Com sensibilidade e profundidade, a reportagem de Pedro Peduzzi relembra momentos marcantes do ídolo que nos deu espelhos “e vimos um mundo doente”. Mas cheio de poesia e amor. Com fotos históricas e depoimentos exclusivos, emocionados e emocionantes, soubemos que desde o momento do parto Renato surpreendeu e fez sua mãe, Carminha, rir, ao invés de sentir as tão temidas dores. E que com dois anos já colocava perfeitamente um disco na vitrola e de volta na capa certa.

De sua irmã, Teresa Carmen, soubemos do cuidado e proteção que o poeta do rock dedicava a ela. O amigo Marcelo Beré relembrou aventuras e contou como a amizade contribuiu com o processo criativo de Renato. Do primeiro guitarrista da Legião, Kadu Lambach, o impacto de conhecer a sonoridade punk brasileira. Do maestro e dono de um dos primeiros locais em que Renato se apresentou, Rênio Quintas, as impressões sobre um adolescente que ser tornaria um astro.

Mas não vamos contar tudo. Fica o convite para se deliciar com o texto. Não será “tempo perdido”. Mesmo que não sejamos mais “tão jovens”.

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